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Pastoral da Pessoa Idosa é apresentada em Congresso Internacional em Roma

Teve início nesta quarta-feira, 29, no Centro de Congressos Augustinianum, em Roma, o I Congresso Internacional da Pastoral dos Idosos.

Pastoral da Pessoa Idosa é apresentada em Congresso Internacional em Roma

Dom Peruzzo apresenta PPI no Congresso. Foto: Dicastério dos Leigos, Família e Vida
Dom Peruzzo apresenta a PPI no evento em Roma. Foto: Dicastério dos Leigos, Família e Vida

Teve início nesta quarta-feira, 29, no Centro de Congressos Augustinianum, em Roma, o  I Congresso Internacional da Pastoral dos Idosos. Com o tema “A Riqueza dos Anos”, o encontro segue até sexta-feira, 31. Participam do encontro 550 pessoas, representantes das Conferências episcopais, congregações religiosas, associações e movimentos leigos de 60 países de todos os continentes, engajados nas Pastorais da Terceira Idade.

A mesa redonda “A Igreja ao lado dos idosos” realizada na primeira sessão do Congresso contou com a participação do Arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, presidente da Pastoral da Pessoa Idosa no Brasil. “A pastoral da pessoa idosa responde inteiramente ao premente apelo do Papa Francisco – uma Igreja em saída. É de fato um terreno fértil para a evangelização”, afirmou Dom Peruzzo. Ele complementou: “É em nome da Igreja que o cuidado pastoral dos idosos está presente nas famílias. Além disso, a prática da leitura orante da Palavra faz parte da formação dos voluntários. É isso que os fortalece e os encoraja a se dedicar com perseverança como discípulos e missionários de Jesus Cristo ”.

No encontro coletivo realizado com jornalistas na terça-feira, dia 28, a coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa do Brasil, irmã Terezinha Tortelli, participou e comentou sobre a situação dos idosos no Brasil: “a disparidade social é muito grande. A Pastoral da Pessoa Idosa fez opção por se dedicar especialmente aos mais vulnerabilizados. Não é que todas as pessoas idosas do Brasil precisam da pastoral. O que faz a pastoral? Capacita voluntários para fazer visita domiciliar mensal e dizemos preferencialmente os mais vulnerabilizados, então seja pela pobreza, pela solidão, pelo isolamento, às vezes por maus-tratos, pela fragilidade mesmo que que vai se fragilizando e às vezes não tem ninguém, não tem cuidadores”.

 

Fontes: VaticanNews e Dicastério Leigos, Família e Vida.

 

 

 

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10 de abril de 2026

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